A planilha criada pelo QSP para Avaliar a Maturidade da Gestão da Responsabilidade Social e Sustentabilidade das organizações é inédita (é a 1ª do mundo baseada na nova ISO 26000 para avaliar a Maturidade da RS). É mais uma contribuição do QSP para incentivar as organizações a adotarem as novas diretrizes internacionais ISO 26000 sobre Responsabilidade Social e Sustentabilidade.
A planilha (em Excel) é gratuita e é distribuída exclusivamente aos Associados ao QSP e a todos os membros do nosso Grupo Sucesso Sustentado: Qualidade, Gestão de Riscos e Responsabilidade Social, no LinkedIn.
Para obter a planilha sem ser Associado ao QSP, basta se cadastrar no LinkedIn e se inscrever gratuitamente no nosso Grupo por aqui (clique em "Participar do Grupo"; na sequência, será enviado um e-mail de confirmação da inscrição com o link para baixar a planilha).
27 de janeiro de 2012
24 de janeiro de 2012
O que diz a ISO 26000 sobre Meio Ambiente
A questão ambiental é um dos temas centrais da ISO 26000. A nova norma enfatiza que a responsabilidade ambiental é um pré-requisito para a sobrevivência e prosperidade dos seres humanos, e que, portanto, é um aspecto importante da responsabilidade social.
A ISO 26000 recomenda que as ferramentas técnicas da série ISO 14000 pertinentes a cada organização sejam consideradas na implementação de operações, como avaliação do desempenho ambiental, quantificação e relato de emissões de gases de efeito estufa, avaliação do ciclo de vida, design ambiental e rotulagem ambiental. Atualmente são mais de 30 normas e guias que compõem a série ISO 14000...
A ISO 26000 recomenda também que as organizações respeitem e promovam os seguintes princípios ambientais:
* responsabilidade ambiental - além da obediência a leis e regulamentos, uma organização deveria assumir a responsabilidade pelos impactos ambientais causados por suas atividades, produtos e serviços em áreas rurais ou urbanas e no meio ambiente como um todo.
* princípio da precaução - esta é uma abordagem originária da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento e subsequentes declarações e acordos, os quais desenvolvem o conceito de que, onde houver ameaças de danos graves ou irreversíveis ao meio ambiente ou à saúde humana, a falta de certeza científica absoluta não deveria ser usada como razão para postergar medidas eficazes em função dos custos para impedir a degradação ambiental ou danos à saúde humana.
* gestão de riscos ambientais - a ISO 26000 recomenda que as organizações implementem programas usando uma perspectiva baseada em riscos e na sustentabilidade, para avaliar, evitar, reduzir e mitigar riscos e impactos ambientais gerados por suas atividades. Ressalta também que uma organização deveria desenvolver e implementar atividades de conscientização e procedimentos de resposta a emergências, para reduzir e mitigar impactos ambientais na saúde e na segurança, causados por acidentes, e para divulgar informações sobre incidentes ambientais às autoridades competentes e às comunidades locais (Conheça os Serviços QSP de Análise de Riscos, incluindo os Riscos Ambientais).
* poluidor pagador - a recomendação aqui é que as organizações arquem com os custos da poluição causada por suas atividades, de acordo com a extensão do impacto ambiental na sociedade e a ação corretiva exigida, ou na medida em que a poluição ultrapassa um nível considerado aceitável. Portanto, as organizações deveriam se esforçar para internalizar o custo da poluição e quantificar os benefícios econômicos e ambientais de prevenir a poluição, em vez de mitigar seus impactos...
A seção 6.5 da ISO 26000 sobre Meio Ambiente é bem extensa. Voltaremos a ela numa próxima postagem.
A ISO 26000 recomenda que as ferramentas técnicas da série ISO 14000 pertinentes a cada organização sejam consideradas na implementação de operações, como avaliação do desempenho ambiental, quantificação e relato de emissões de gases de efeito estufa, avaliação do ciclo de vida, design ambiental e rotulagem ambiental. Atualmente são mais de 30 normas e guias que compõem a série ISO 14000...
A ISO 26000 recomenda também que as organizações respeitem e promovam os seguintes princípios ambientais:
* responsabilidade ambiental - além da obediência a leis e regulamentos, uma organização deveria assumir a responsabilidade pelos impactos ambientais causados por suas atividades, produtos e serviços em áreas rurais ou urbanas e no meio ambiente como um todo.
* princípio da precaução - esta é uma abordagem originária da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento e subsequentes declarações e acordos, os quais desenvolvem o conceito de que, onde houver ameaças de danos graves ou irreversíveis ao meio ambiente ou à saúde humana, a falta de certeza científica absoluta não deveria ser usada como razão para postergar medidas eficazes em função dos custos para impedir a degradação ambiental ou danos à saúde humana.
* gestão de riscos ambientais - a ISO 26000 recomenda que as organizações implementem programas usando uma perspectiva baseada em riscos e na sustentabilidade, para avaliar, evitar, reduzir e mitigar riscos e impactos ambientais gerados por suas atividades. Ressalta também que uma organização deveria desenvolver e implementar atividades de conscientização e procedimentos de resposta a emergências, para reduzir e mitigar impactos ambientais na saúde e na segurança, causados por acidentes, e para divulgar informações sobre incidentes ambientais às autoridades competentes e às comunidades locais (Conheça os Serviços QSP de Análise de Riscos, incluindo os Riscos Ambientais).
* poluidor pagador - a recomendação aqui é que as organizações arquem com os custos da poluição causada por suas atividades, de acordo com a extensão do impacto ambiental na sociedade e a ação corretiva exigida, ou na medida em que a poluição ultrapassa um nível considerado aceitável. Portanto, as organizações deveriam se esforçar para internalizar o custo da poluição e quantificar os benefícios econômicos e ambientais de prevenir a poluição, em vez de mitigar seus impactos...
A seção 6.5 da ISO 26000 sobre Meio Ambiente é bem extensa. Voltaremos a ela numa próxima postagem.
14 de janeiro de 2012
O Relatório "Global Risks 2012" e a ISO 26000
A vulnerabilidade do mundo a novos riscos de choques
econômicos e turbulência social está enfraquecendo o progresso gerado pela
globalização. É o que mostra o Global
Risks 2012, relatório da Marsh & McLennan Companies, produzido em
parceria com a Swiss Re, Wharton Center for Risk Management e Zurich. O Global Risks 2012, apresentado anteontem em Londres, será debatido no próximo Fórum Econômico Mundial, que
acontece em Davos, de 25 a 29 de janeiro.
De acordo com o
Global Risks 2012, desequilíbrios fiscais crônicos e crescente
disparidade de renda são os riscos de maior probabilidade de ocorrência nos
próximos 10 anos. Tais fatores conjugados também ameaçam o crescimento global e
favorecem o nacionalismo, o populismo e o protecionismo, enquanto o mundo continua
vulnerável a uma crise financeira sistêmica e à escassez de água e alimentos.
Este cenário resulta de uma pesquisa que detectou a opinião de 469
especialistas e líderes setoriais. Em comparação com um ano atrás, o foco das
preocupações se deslocou dos riscos ambientais para os riscos socioeconômicos.
O relatório analisa
três grandes e preocupantes áreas de riscos. O primeiro deles é a crescente
população de jovens com poucas perspectivas, crescente número de aposentados
dependentes de Estados presos ao fardo da dívida (alimentando, por sua vez,
desequilíbrios fiscais) e o abismo cada vez maior entre ricos e pobres são
fatores que geram indignação. Juntas, essas tendências arriscam desfazer o
progresso promovido pela globalização.
Segundo John Drzik,
diretor geral do Oliver Wyman Group (Marsh & McLennan Companies), os
indivíduos são cada vez mais levados a arcar com riscos que, anteriormente,
eram assumidos por governos e empresas para obter uma aposentadoria segura e
acesso a serviços de saúde de qualidade. “Este relatório é um alerta para que
os setores público e privado encontrem maneiras construtivas de reajustar as
expectativas de uma comunidade global cada vez mais ansiosa”, afirma o
executivo.
Outros riscos
evidentes são as políticas públicas. As normas e as instituições do Século XX
não asseguram mais a proteção necessária diante de um mundo mais complexo
e interdependente. As salvaguardas atuais são vulneráveis aos riscos
relacionados às tecnologias emergentes, interdependência financeira,
esgotamento de recursos naturais e mudanças climáticas. “Já vimos exemplos de
regulamentação excessiva, como na reação às erupções vulcânicas na Islândia, ou
regulamentação deficiente, como na crise do subprime ou na crise da zona do
euro. Precisamos restabelecer o equilíbrio com regulamentações adequadas e,
para tal, nossas salvaguardas têm de ser baseadas na ação proativa em vez de
reativa. É igualmente importante que as regulamentações sejam mais flexíveis
para responder com eficácia às mudanças”, diz David Cole, diretor de Riscos da
Swiss Re.
Segundo o
relatório, as “vidas” cotidianas são quase totalmente dependentes de sistemas
on-line conectados, tornando-nos suscetíveis a indivíduos mal intencionados,
instituições e nações que detêm a capacidade de desencadear ataques
cibernéticos devastadores, de maneira anônima e à distância. “A Primavera Árabe
demonstrou o poder dos serviços de comunicação interconectados na construção
das liberdades individuais, mas a mesma tecnologia facilitou os tumultos de
Londres. Governos, sociedades e empresas precisam compreender melhor a
interconectividade dos riscos nas tecnologias da atualidade a fim de podermos
aproveitar, de forma legítima, os benefícios que elas oferecem”, explica o
diretor de riscos de seguros gerais da Zurich, Steve Wilson.
Além disso, as
calamidades naturais nos lembram do poder devastador da natureza e dos limites
da tecnologia, conforme demonstrado pelo Grande Terremoto do Leste do Japão no
ano passado e pela subsequente tragédia na usina nuclear de Fukushima. Em um
capítulo especial sobre as principais lições a serem extraídas da calamidade, o
relatório salienta que as organizações estarão mais bem preparadas para lidar
com grandes choques se tiverem claras linhas de comunicação e se os seus
funcionários, em todos os setores, atuarem com maior autonomia para a tomada de
decisões.
O relatório
descreve 50 riscos globais, agrupando-os nas categorias de riscos econômicos,
ambientais, sociais, geopolíticos e tecnológicos. Em cada categoria, é
selecionado o risco sistêmico mais significativo. O relatório destaca novas
preocupações que demandam mais pesquisas em decorrência das suas consequências
desconhecidas. Estas preocupações, denominadas "Fatores X", incluem
entre outros a ocorrência de invernos vulcânicos, o neotribalismo cibernético e
a epigenética.
De acordo com
Howard Kunreuther, professor da James G. Dinan e de Teoria da Decisão e
Políticas Públicas da Wharton School, Universidade da Pensilvânia, EUA, o
relatório mostra que a governança global está estreitamente entrelaçada com
todos os demais riscos globais. O relatório propõe que sejam repensadas as
responsabilidades públicas e privadas para fomentar maior confiança. Esta é a
base essencial para um diálogo sobre os impactos adversos do pensamento míope e
sobre a importância de se desenvolver estratégias de longo prazo que sejam
factíveis e bem recebidas.
Cada uma das três
áreas de riscos será foco de sessões especiais durante a Reunião Anual de 2012
do Fórum Econômico Mundial, que acontecerá em Davos-Klosters, Suíça, de 25 a 29
de janeiro.
Pergunto: De que forma a ISO 26000 pode ajudar a tratar as questões de
Responsabilidade Social e Sustentabilidade apontadas no Global Risks 2012 ?
Venha discutir o relatório no nosso grupo: http://linkd.in/SucessoSustentado !
Venha discutir o relatório no nosso grupo: http://linkd.in/SucessoSustentado !
2 de janeiro de 2012
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(ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001)
Enfoque pioneiro do QSP baseado na especificação PAS 99:2006.
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